Os transportes são fundamentais para o agronegócio brasileiro — e o agronegócio, por sua vez, está praticamente em todo o território nacional. Há produção rural e agrícola de ponta a ponta: grãos e commodities como soja, milho, algodão, tomate e tantos outros produtos plantados e colhidos em todos os estados do Brasil.
Toda essa produção precisa se mover. Ela é levada para as cidades, tanto para o consumo interno quanto para a exportação, seguindo por rodovias até os portos e as hidrovias. O mesmo vale para a produção pecuária: a carne e o leite que abastecem o mercado interno e a carne que o Brasil exporta ao mundo — para a China, para a Ásia e para tantos outros destinos — saem pelos portos brasileiros, embarcadas em navios que cruzam os oceanos.
A estrada como espinha dorsal
Entre todos os modais, o rodoviário é o principal: em torno de 60% das cargas brasileiras são transportadas por rodovias — federais, estaduais e municipais — que cortam o país de uma ponta a outra. É sobre o asfalto que a maior parte da safra deixa o campo e chega aos centros de consumo e aos portos.
O mapa produtivo acompanha esse esforço logístico. A região Centro-Oeste é altamente promissora e de grande produtividade; o Nordeste, com destaque para a Bahia, consolida-se como uma nova fronteira agrícola; e estados como Minas Gerais, São Paulo e Paraná mantêm-se como grandes produtores de commodities — e, no caso mineiro e paulista, também de café. Cada uma dessas regiões precisa de transporte confiável para transformar produtividade em receita.
“A produção é levada para as cidades, para o consumo interno e para a exportação. Ela vai através de portos ou de hidrovias. Os transportes têm um papel importantíssimo.”
Além da estrada: trilhos, rios e ar
O transporte do agronegócio não se resume ao asfalto. Ao rodoviário somam-se o ferroviário — com novas ferrovias cortando o oeste brasileiro — e as hidrovias, por onde grandes embarcações escoam grãos e até transportam animais aproveitando a malha de rios do país. O modal aéreo, embora bem mais reduzido para o setor, ainda tem seu papel: aviões cargueiros levam produtos brasileiros a algumas regiões do mundo.
É a integração desses modais que dá musculatura ao setor. Cada elo cumpre uma função — e a soma deles é o que permite que a safra saia do campo e chegue ao prato, aqui e no exterior, dentro dos prazos que o mercado exige.
O PIB do agronegócio brasileiro é elevado — e é inteiramente dependente dos transportes. Investir em infraestrutura logística é investir na capacidade do país de alimentar o mundo.
Por isso a necessidade de o Brasil investir em transportes para desempenhar um papel de peso nas próximas décadas no negócio de alimentos. É essa dependência entre produção e logística que a RDS acompanha na carteira de contratos de infraestrutura: sem estrada, ferrovia, hidrovia e porto confiáveis, a produtividade do campo não se converte em resultado.
“O alimento para o mundo é dependente dos transportes do país.”
Infraestrutura de transporte é o que sustenta o agronegócio.
A RDS acompanha e diagnostica a carteira de contratos de infraestrutura que mantém rodovias, ferrovias e portos em operação. Fale com a nossa equipe.
Falar com a RDS →